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	<title>Rafael Marin</title>
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	<description>Desenvolvimento e padrões Web</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 00:03:37 +0000</pubDate>
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		<title>Análise semiótica de design de embalagem - Sucrilhos Kellogg&#8217;s</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 00:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[embalagem]]></category>

		<category><![CDATA[semiótica]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas três últimas semanas desenvolvemos um trabalho, na disciplina de Semiótica Aplicada, de análise de design de embalagens. Fomos a um hipermercado e selecionamos um gênero na gôndola que chamou nossa atenção: os flocos de milho. Compramos uma caixa da marca Sucrilhos®, fabricado pela Kellogg&#8217;s®. Achei interessante documentar este trabalho aqui, pois caso alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas três últimas semanas desenvolvemos um trabalho, na disciplina de Semiótica Aplicada, de análise de design de embalagens. Fomos a um hipermercado e selecionamos um gênero na gôndola que chamou nossa atenção: os flocos de milho. Compramos uma caixa da marca Sucrilhos®, fabricado pela Kellogg&#8217;s®. Achei interessante documentar este trabalho aqui, pois caso alguém venha a cursar esta disciplina em seu curso de graduação pode encontrar um exemplo.</p>
<p>A análise foi feita sobre a semiótica de Pierce, onde o signo é triádico, possuindo três focos de análise: significação (o signo em si mesmo), a objetivação (a referencialidade do signo) e a interpretação (reações e efeitos provocados no interpretante do signo).</p>
<p>Se for de algum proveito para alguém, façam-se ouvir! Sugestões, críticas e comentários também são bem vindos por aqui.</p>
<p><a href="http://rafaelmarin.net/wp-content/uploads/2008/10/analise_sucrilhos.pdf">ANÁLISE SEMIÓTICA DE DESIGN DE EMBALAGEM<br />
<strong>SUCRILHOS® KELLOGG&#8217;S®</strong></a></p>
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		<title>O que é Gestalt e por que ela é importante para o design</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/o-que-e-gestalt-e-por-que-ela-e-importante-para-o-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 13:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[gestalt]]></category>

		<category><![CDATA[percepção]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestalt é um termo bastante presente no design, na arquitetura, nas artes e na moda, entre outros, mas muita gente desconhece. Gestalt foi, basicamente, um movimento que atuou com pesquisa e experimentação na área da teoria da forma, com estudos importantes em percepção, inteligência, memória, aprendizagem, motivação, conduta exploratória e dinâmica de grupos sociais.
Ao contrário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gestalt é um termo bastante presente no design, na arquitetura, nas artes e na moda, entre outros, mas muita gente desconhece. Gestalt foi, basicamente, um movimento que atuou com pesquisa e experimentação na área da teoria da forma, com estudos importantes em percepção, inteligência, memória, aprendizagem, motivação, conduta exploratória e dinâmica de grupos sociais.</p>
<p>Ao contrário do que se imagina, Gestalt não é o nome ou sobrenome de ninguém, é uma palavra de origem germânica. Em alemão significa puramente forma, mas nos termos gerais denota o conjunto de entidades físicas, biológicas, fisiológicas ou simbólicas que juntas formam um conceito, padrão ou configuração unificado que é maior que a soma de suas partes. Ou seja, o princípio básico da teoria gestaltista é que o inteiro é interpretado de maneira diferente que a soma de suas partes.</p>
<p>Hoje, usa-se as terminologias Gestalt, Gestaltismo, Psicologia da Gestalt ou ainda <strong>Psicologia da Forma</strong>, para referir-se a esta teoria sobre o fenômeno da percepção.</p>
<h2>Nomes importantes por trás da teoria gestaltista</h2>
<p>O precursor da psicologia da Gestalt foi o filósofo <strong>Christian Von Ehrenfels</strong>, embora muitas vezes <strong>Max Wertheimer</strong> seja creditado como fundador do movimento. <strong>Max Wertheimer</strong>, <strong>Wolfgang Köhler</strong> e <strong>Kurt Kaffka</strong> são os teóricos do início do século XX.</p>
<p>Os teóricos comprovaram através de experimentos que não vemos partes isoladas, mas relações. Como cita o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt">artigo da Wikipédia</a>, vemos uma cadeira como um objeto diferente do que apenas a soma de suas partes (encosto, pernas e assento).</p>
<p>Como descreve João Gomes Filho em seu livro Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma (2004), são diversas as leis da Gestalt onde, segundo ele, foi criado o suporte sensível e racional que permite e favorece toda e qualquer articulação analítica e interpretativa da forma do objeto.</p>
<h3>Leis da Gestalt</h3>
<p>Há excelentes referências sobre as leis da teoria Gestaltista de percepção espalhadas pela Web e, portanto, não convém descrevê-las aqui pois, além de tudo, as referências disponíveis em alguns sites são escritas por pessoas que possuem mais propriedade do assunto.</p>
<ul>
<li><a href="http://webspace.ship.edu/cgboer/gestalt.html">Gestalt Psychology</a> - Dr. C. George Boeree, professor do departamento de Psicologia da University of Shippensburg</li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gestalt_psychology">Gestalt Psychology - Wikipedia</a></li>
</ul>
<h3>Literatura recomendada</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-168" title="Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma" src="http://rafaelmarin.net/wp-content/uploads/2008/10/gestalt.jpg" alt="" width="180" height="180" /><strong>Gestalt do Objeto: Sistema de Leitura Visual da Forma</strong>, de João Gomes Filho, é um livro interessante que encontrei na biblioteca da onde estudo, a Universidade de Caxias do Sul. A leitura não é muito atrativa, porém todas as páginas possuem vários gráficos que ilustram cada uma das leis.</p>
<p>O livro dá uma boa introdução sobre o movimento e sua base teórica, além de explicar a razão de cada uma das leis. Estou ainda em estudos iniciais sobre percepção e Gestalt, e acredito que este seja um bom livro para quem esteja começando. Os exemplos que o autor coloca, ao contrário dos exemplos encontrados na Internet, são exemplos reais de aplicação da teoria Gestaltista no design, arquitetura, artes, etc.</p>
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		<item>
		<title>É o seu ambiente de trabalho que faz você crescer?</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/e-o-seu-ambiente-de-trabalho-que-faz-voce-crescer/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 01:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Cem por cento dos nerds - ou quase isso - querem trabalhar no Google. A empresa revigorou o conceito de ambiente corporativo, modelando um estilo de vida. O ambiente descontraído de startup que o Google proporciona aos seus funcionários é deveras atraente, e objeto de desejo de muitos de nós. Convém salientar que isso trouxe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cem por cento dos <em>nerds</em> - ou quase isso - querem trabalhar no <a href="http://www.google.com.br">Google</a>. A empresa revigorou o conceito de ambiente corporativo, modelando um <a href="http://www.youtube.com/lifeatgoogle">estilo de vida</a>. O ambiente descontraído de <em>startup</em> que o Google proporciona aos seus funcionários é deveras atraente, e objeto de desejo de muitos de nós. Convém salientar que isso trouxe grande impacto, ora benéfico, pois influenciou também na organização de outras companhias.</p>
<p>A minha opinião, sempre pessoal, contudo, me fez indagar bastante e ver um grande ponto negativo nessa história. Qual é o verdadeiro agente que acarreta o crescimento profissional? Seriam as paredes coloridas, os M&amp;M&#8217;s transbordando grandes tubos de acrílico, as cestas de basquete in-house e o XBOX360 com a televisão de alta definição?</p>
<p>Não me entendam mal, o Google faz produtos incríveis, possui uma filosofia incrível, até por que eu acredito que o Google foi o divisor de águas da Internet.</p>
<p>Mas voltando ao assunto, sonhar é humano, natural e saudável. Otimismo também é sempre importante, mas paremos por um instante, e vamos refletir sobre a realidade. Posso afirmar com absoluta propriedade: clientes não faltam, faltam os bons profissionais. Mas, onde estão esses profissionais? Estariam eles esperando uma chance de ter uma vaga em Mountain View, um carro importado e uma mansão com piscina?</p>
<p>Existe algo, que se chama sonho, e aí está apenas um processo incubatório. Destacar-se-á aquele que, partindo de um sonho, estabelece uma meta, vira noites sem dormir, trabalha aos fins de semana se preciso, vence os espinhos talvez não com total presunção, mas com superação e aprendizagem. E, ao desprender-se da presunção, compartilha seu conhecimento com o mundo, sem medo de que alguém possa tomar o seu lugar.</p>
<p>Alguma mente alheia já parou para pensar que nós também somos responsáveis pelo nosso ambiente de trabalho? <em>Coolness</em> não é status restrito ao Google, minha gente. Nossos relacionamentos, a maneira como vemos o trabalho, nosso amor ao ofício, preparação, prioridades. Tudo isso é parte importante e fundamental ao ambiente de trabalho &#8220;2.0&#8243;. Amor à camisa, ao trabalho da equipe, à simplicidade e ao usuário. É isso que move o Google. E não o refrigerante grátis.</p>
<p><a href="http://www.microsoft.com/design/">Admiro</a> <a href="http://developer.apple.com/ue/">muitas</a> <a href="http://www.happycog.com/">empresas</a>, <a href="http://www.adaptivepath.com">que</a> <a href="http://www.devicefonts.co.uk/">fazem</a> <a href="http://www.nokia.com.br">um</a> <a href="http://www.sony.com">magnífico</a> <a href="http://www.google.com">trabalho</a> <a href="http://www.bartelme.at">de</a> <a href="http://www.hicksdesign.co.uk/"><em>design</em></a>. Mas elas, até hoje, não me trouxeram tudo que eu aprendi, pragmaticamente, onde eu <a href="http://www.codebrasil.com.br">trabalho hoje</a>. Essa convivência, essa aprendizagem apenas por dividir a mesma sala, as grandes empresas gringas não me trouxeram. São uma meta para o meu futuro, mas antes, com pés no chão, dou valor e reconhecimento ao lugar e às pessoas que me ajudam a ser um profissional melhor.</p>
<p>Eu também sonho, faço planos, traço metas e tenho minhas aspirações e pretensões. Mas não tiro o pé do chão até ter certeza de pisar em terreno firme. E é isso que alguns profissionais, erroneamente, fazem no Brasil. Pés pelas mãos, sonhar além da sua capacidade de estabelecer objetivos e cumpri-los, isso é ruim.</p>
<p>Estou começando minha carreira, quero continuar valorizando cada empresa que me acolhe, e tudo assim tem dado certo para mim. As oportunidades têm aparecido sem que eu precise correr atrás delas. Sem afobação, apenas com disciplina, e construindo meu crescimento sem depender de amenidades.</p>
<p>Se este artigo merece algum comentário, não sei. Mas essa é minha contribuição para amenizar minha própria ignorância. Ainda sou bastante jovem, talvez imaturo para falar sobre o que falei, mas reflito um bocado sobre o que ocorre dentro de mim, ao redor de mim e ao redor de onde eu vivo. Isso é importante para mim, pois se não escrevo para vocês, escrevo para mim, para me fazer pensar.</p>
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		<title>Saldo de livros lidos no primeiro semestre</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/saldo-de-livros-lidos-no-primeiro-semestre/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[Design]]></category>

		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sou o tipo de cara que gosta de fazer review de livros. Já fiz algumas resenhas, na época que eu tinha bastante tempo durante o dia para escrever, mas acredito que encontrei uma maneira boa de compartilhar com meus leitores amigos o que eu tenho lido nos últimos tempos. Postar aqui no blog [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou o tipo de cara que gosta de fazer <em>review</em> de livros. Já fiz algumas <a href="http://rafaelmarin.net/category/resenhas/">resenhas</a>, na época que eu tinha bastante tempo durante o dia para escrever, mas acredito que encontrei uma maneira boa de compartilhar com meus leitores amigos o que eu tenho lido nos últimos tempos. Postar aqui no blog está complicado, meu dia é quase sempre tão corrido, que quando chego em casa não quero saber de blogs, e-mails nem feeds.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-150" title="Livros lidos no primeiro semestre de 2008" src="http://rafaelmarin.net/wp-content/uploads/2008/07/prateleira.jpg" alt="" width="500" height="345" /></p>
<p>Estes acima são os livros que li e que quero compartilhar com você. Não encontrei maneira mais ilustrativa de mostrar vários livros ao mesmo tempo do que em uma prateleirinha que fiz no Fireworks. Fazer resenhas é algo que leva certo tempo, pois gosto também de opinar sobre os temas abordados em cada livro. Você já deve estar imaginando que as estrelinhas são um ranking da minha opinião sobre cada título, certo? Certo. Começando de cima, da esquerda para a direita. Vamos lá?</p>
<ul>
<li>Projeto Gráfico, de Antônio Celso Collaro. Summus Editora</li>
<li>Elementos do Estilo Tipográfico, de Robert Bringhurst. Editora Cosacnaify</li>
<li>Digital imaging for Photographers, de Adrian Davies e Phil Fennessy. Focal Press</li>
<li>Aprenda em 14 dias Fotografia Digital, de Haydenbooks / Rose, Carla. Editora Campus</li>
<li>Tipografia Pós-moderna, por João Pedro Jacques. Editora 2AB</li>
<li>Homepage Usability: 50 websites deconstructed, de Jakob Nielsen e Marie Tahir. New Riders Press</li>
<li>The Elements of Color, de Johannes Itten. <img src="file:///C:/Users/Rafael/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /><img src="file:///C:/Users/Rafael/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" />Wiley</li>
<li>Fotografia Digital sem Mistério, de Altair Hoppe. Editora Photos</li>
</ul>
<h3>Meus critérios de avaliação</h3>
<p>Eu gosto muito de ler, e eu sinto bastante diferença entre um livro e outro. Cada autor imprime em sua obra um pouco da sua personalidade, através da maneira com que escreve. Não tenho, com absoluta certeza, autoridade para julgar ou questionar a qualidade das obras lidas. Todas elucidaram questões antes obscuras na minha cabeça, mas os livros avaliados em três e quatro estrelas não despertaram tanto interesse quanto eu imaginava. Sim, trouxeram assuntos importantes e conceituais à tona. Alguns são livros mais antigos, mas tratam daquela base teórica que raramente se altera.</p>
<p>Agora, os livros com cinco estrelas, são dignos de compra. Ainda não comprei nenhum dos três títulos assinalados com cinco estrelas, mas vou providenciar assim que possível. The Elements of Color, Elementos do Estilo Tipográfico e Homepage Usability: 50 Websites Deconstructed são verdadeiras bíblias de conhecimento em suas respectivas áreas, e valem releituras e até mesmo a compra, pois, além de tudo, são escritos pelos grandes gurus da Web e do design.</p>
<p>Estes são os livros que li, e se estão aqui nesta prateleira é por que merecem minha recomendação. São todos livros bons, mas uns são excepcionais. Vale ressaltar, claro, que é minha opinião, pessoal. Se você já leu algum dos livros e não concorda com a minha opinião, use o espaço dos comentários abaixo, ou escreva um post em seu blog e mande um trackback para cá!</p>
<p><em>Never stop reading, folks!</em></p>
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		<item>
		<title>PHPolêmico e o constante crescimento na programação</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/php-polemico/</link>
		<comments>http://rafaelmarin.net/php-polemico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 13:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Julio Greff mostrou sua opinião ácida sobre PHP, e isso gerou uma polêmica gigantesca. Na verdade a discussão foi além da opinião de cada um sobre a linguagem, e o pessoal - com certa ignorância - colocou na roda argumentos ridículos, como idade e &#8220;amadorismo&#8221;. Cada um tem o direito sim de ter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://juliogreff.blog.br/frameworks-por-um-php-menos-ruim/">Julio Greff mostrou sua opinião ácida sobre PHP</a>, e isso gerou uma polêmica gigantesca. Na verdade a discussão foi além da opinião de cada um sobre a linguagem, e o pessoal - com certa ignorância - colocou na roda argumentos ridículos, como idade e &#8220;amadorismo&#8221;. Cada um tem o direito sim de ter uma opinião e poder expressá-la, ainda mais em seu blog. Nunca achei que blogs fossem espaços democráticos, mas lá no blog dele a tolerância foi grande.</p>
<p>Enfim, o assunto não é esse. Mesmo tendo mudado de título definitivamente (de quase-programador para aprendiz-de-designer), não nego a importância da programação para o Web designer. Você tem sim que saber um pouco de XHTML e CSS, mas um pouco de programação não faz mal. Não é questão de prioridades, de se focar num assunto específico, isso é bobagem. O profissional deve ser bom sim no que faz, mas sempre deve estar aberto e ter conhecimento do trabalho do colega ao lado.</p>
<p>Eis que então, meus amigos, como é de conhecimento de vocês, eu já tenho <a href="http://rafaelmarin.net/eu-quero-um-framework/">alguma experiência básica</a> com <a href="http://cakephp.org">CakePHP</a>. Começamos a utilizá-lo na agência onde eu e o Julio trabalhamos, e eu realmente fiquei surpreso com o grande potencial tanto do framework quanto do PHP. Li por várias vezes a documentação, a API, e as entranhas do Cake, e vi como o funcionamento é simples.</p>
<p>PHP, de fato, não é uma linguagem ruim. Eu digo que não gosto da sintaxe do PHP, pois prefiro a do Ruby, mas nem por isso odeio o PHP. Essa é a minha opinião. Quanto mais eu conheço a linguagem, mais estou gostando dela. Até pouco tempo utilizava PHP4, mas em 2008 <a href="http://rafaelmarin.net/cara-orientacao-a-objetos-e-tao-divertido/">comecei a entender toda a lógica por traz da orientação a objetos</a>. Isso me abriu as portas para entender esse potencial do PHP.</p>
<p>PHP, apesar da sintaxe não tão legal (<strong>opinião pessoal</strong>), está bastante madura, a julgar pela quantidade de extensões existentes, sem falar na grande abrangência desta linguagem.</p>
<p>Como eu <a href="http://rafaelmarin.net/vamos-falar-de-produtividade/">havia dito</a>, independente da linguagem cada um tem que procurar ser mais produtivo. Talvez eu não seja mais produtivo que o pessoal que comentou lá (cujo tom de arrogância de alguns faz parecer que estes sabem tudo de PHP), mas eu sei que estou amadurecendo e que estou me tornando produtivo se comparado a mim mesmo há um ano. Inclusive no design.</p>
<p>Espero não entrar mais nessas discussões, pois já disse aqui várias vezes o que penso e que estou me distanciando um pouco da programação pois - <strong>salvas excessões</strong> - há muita arrogância e ignorância entre os programadores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O design e o Web designer</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/o-design-e-o-web-designer/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita, muita gente se considera Web designer. Utilizar um software, como o Fireworks, é fácil e acessível a qualquer um, mas infelizmente, meus amigos, não torna ninguém designer. Desenho também, é uma arte incrível, mas infelizmente também não é design. Alguém de vocês já teve a curiosidade de saber o que significa a palavra design? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita, muita gente se considera Web designer. Utilizar um software, como o Fireworks, é fácil e acessível a qualquer um, mas infelizmente, meus amigos, não torna ninguém <em>designer</em>. Desenho também, é uma arte incrível, mas infelizmente também não é design. Alguém de vocês já teve a <strong>curiosidade</strong> de saber o que significa a palavra <strong>design</strong>? Design, segundo nosso dicionário, significa plano, planta, <em>pattern</em>, designação, dar forma e boa aparência, leiautar.</p>
<p>Como eu estou decidido que quero seguir na carreira de designer, já estou tomando providências. Trabalho com design e, mais do que isso, estudo design. Só acho ridículo - e confesso com vergonha que já fui assim - que muitos que se dizem designers não estudam e não se interessam pelo estudo do design e da arte.</p>
<h3>A ferramenta não faz o designer</h3>
<p>Você pode ser o ninja do Photoshop, saber tudo de Fireworks e Flash. Mas nada disso é válido se você não souber como utilizar essas ferramentas para tornar o seu design efetivo.</p>
<h3>Design é função</h3>
<p>É isso o que difere design de arte. Você faz um trabalho de arte, e ele pode ser tão subjetivo, tão abstrato, que ninguém pode entendê-lo. Seu design <strong>não pode</strong> ser assim. E arte só é design quando esta arte for aplicada. Você deve fazer com que o seu design - ou melhor, a mensagem que você quer passar - seja compreendido pelo seu público-alvo, pelo seu consumidor. Você faz design para vender seu produto ou idéia, não pela simples expressão do seu eu interior. O design Web possui técnicas que, quando bem dominadas, tornam seu serviço, site ou campanha na Web realmente funcional.</p>
<p>Claro, existe uma liberdade gigante na criação, e prova disso é a enorme variedade de peças distribuídas no mundo, mas perceba que os projetos de sucesso seguem algumas orientações básicas, entre elas o alinhamento racional, a escolha da boa tipografia e a harmonia de cores.</p>
<h3>Web 2.0: uma nova abordagem ao design na Web</h3>
<p>Por muitos anos, a abordagem que vigorou pelos então designers de Web foi o design centrado na utilização, na tarefa. Nesta abordagem, todo o design era focado nos objetivos e tarefas que envolviam um produto ou serviço on-line, sem preocupações com o que o usuário realmente precisava e conseguia utilizar. Com o estouro da bolha uma nova tendência se fortaleceu, e os novos serviços - chamados &#8220;2.0&#8243; - seguiam (e ainda vêm seguindo) a abordagem do <strong>design centrado no usuário (UCD)</strong>, que se preocupa diretamente com as limitações e capacidades do usuário final.</p>
<p>O design centrado no usuário foi um marco para o design da Web por dar o merecido valor ao usuário final. Nesta abordagem de design, os designers de Web não apenas projetam interfaces de acordo com o que consideram melhor para o usuário final, mas testam e avaliam a efetiva funcionalidade de suas telas. Isto ocorre pois os designers possuem experiências que divergem das do usuário final, o que influencia também na maneira com que fazem design para Web. Assim, o que é simples e intuitivo para eles pode não ser para o grande público.</p>
<p>São quatro os elementos principais do design centrado no usuário: visibilidade, acessibilidade, legibilidade e linguagem.</p>
<h4>Visibilidade</h4>
<p>A visibilidade ajuda o usuário a construir um <strong>modelo mental</strong>. O modelo mental ajuda o usuário a formar uma imagem sobre o funcionamento do seu serviço, e também prever os efeitos das suas ações. Eu já escrevi sobre isso. Seu site deve ter navegação clara, e o usuário deve saber exatamente onde está, para onde pode ir e por onde já passou.</p>
<h4>Acessibilidade</h4>
<p>Não são apenas os cegos e pessoas com dificuldades motoras que são o alvo da acessibilidade de um site. No design de interação, todos os usuário possuem suas particularidades e são, pois alvo da acessibilidade. Cada usuário possui - devido às experiências anteriores - um modelo mental de como sites geralmente funcionam. Esperam um logo no canto superior, navegação logo abaixo ou em barra lateral, e busca no canto superior direito.</p>
<p>Quando algum desses itens não está presente, o usuário pode se sentir desorientado. Assim, um projeto de design na Web, geralmente na forma de um site, deve manter sempre claras e visíveis as informações básicas que o usuário deve ter. Além disso, o conteúdo deve ser escrito de maneira a tornar fácil a leitura e escaneamento do texto, pois o usuário provavelmente não lerá o conteúdo todo para encontrar o que precisa.</p>
<h4>Legibilidade</h4>
<p>Nunca esqueça que o usuário está em seu site em busca de conteúdo, e que geralmente este se encontra em forma de texto. Tornar esse texto legível e escaneável, então, é o mínimo que você pode fazer. Lembre-se de dar preferência às fontes sem serifas, que são mais legíveis em monitores do que as serifadas, pois a resolução dos monitores é muito inferior à dos livros impressos. Além disso, a relação das cores do texto com a cor do fundo é importante para a legibilidade, pois se o texto for pouco contrastante fica difícil a leitura.</p>
<h4>Linguagens</h4>
<p>Algo que está escrito em todos os livros de usabilidade que já li: use terminologias comuns, não específicas e nem aquelas que fazem sentido apenas a um grupo específico. Ou seja, &#8220;marketês&#8221; pode não fazer sentido para a grande maioria. Além disso, se a sua empresa utiliza nomenclaturas internas (jargões) para produtos e seções do site que diferem do vocabulário esperado pelo usuário, pense novamente.</p>
<h3>Por onde começo?</h3>
<p>Resumindo: para ser um Web designer, você precisa estudar design. Se não souber nada de tipografia, teoria de cores, alinhamento e posicionamento, semiótica, estética e comportamento humano, você não está nem perto de ser um designer, quem dirá um Web designer. Li esses dias no <a href="http://www.plurk.com/user/rafaelmarin">Plurk</a> alguém que disse &#8220;ainda bem que escolhi design, assim não preciso ler tanto&#8221;.</p>
<p>Muito pelo contrário, meus colegas. Leitura é essencial em qualquer área, o conhecimento é muito, e livros são uma ótima maneira de adquiri-lo. Se você freqüenta uma universidade, sua biblioteca deve ter bons títulos sobre o assunto.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>As ferramentas não fazem um bom designer, e um Web designer não é um Web designer se não souber a teoria básica sobre design. Vejo que falta em muita gente a vontade de estudar e aprender design. Talento é importante e conta, mas se você tem talento e não possui técnica e teoria, você é uma pedra preciosa não lapidada. Estude, estude e estude, e você brilhará.</p>
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		<item>
		<title>Considerações importantes sobre a usabilidade das páginas iniciais</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 13:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[homepages]]></category>

		<category><![CDATA[jakob nielsen]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes são alguns pontos que considero importantes, em relação à usabilidade das páginas iniciais. Alguns pontos foram extraídos do Homepage Usability: 50 websites deconstructed, livro interessantíssimo de Jakob Nielsen e Marie Tahir sobre a usabilidade das páginas iniciais.
Sua página inicial é o ponto de partida para todo o site
Nunca tire isso da mente. As páginas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estes são alguns pontos que considero importantes, em relação à usabilidade das páginas iniciais. Alguns pontos foram extraídos do <strong>Homepage Usability: 50 websites deconstructed</strong>, livro interessantíssimo de Jakob Nielsen e Marie Tahir sobre a usabilidade das páginas iniciais.</p>
<h3>Sua página inicial é o ponto de partida para todo o site</h3>
<p>Nunca tire isso da mente. As páginas iniciais devem prover informações claras sobre o que é o site, o que o usuário encontrará no site e amostras de conteúdos importantes. As páginas testadas no livro de Nielsen possuem, em média, 770 pixels de largura e até três telas de comprimento (em resolução 1024X768). Tome cuidado para não desperdiçar espaço na sua página inicial com conteúdo ambíguo.</p>
<h3>Se seu site possui busca, coloque-a na página inicial</h3>
<p>Usuários começam a navegar em seu site ou através de links, ou através da busca. Sobre a sua busca funcionar corretamente ou não, fica para um próximo artigo, mas ela deve sim estar presente na página inicial, pelo fato de ser um dos grandes pontos de partida para a navegação. Segundo as estatísticas das análises de Nielsen, o lugar mais apropriado para colocar sua caixa de busca é no canto superior direito. Sua caixa deve ter, no mínimo, 27 caracteres de extensão, para permitir que os usuários consigam rever o que digitaram, e o botão mais apropriado deve ter a palavra &#8220;Buscar&#8221;.</p>
<h3>Comunique a proposta de seu site</h3>
<p>Seja claro sobre o que sua empresa faz e para que serve o seu site, logo de cara. Para tal use algum texto introdutório curto e sem &#8220;marketês&#8221;. Além disso, aposte em uma <em>tagline</em> clara e objetiva, que seja curta mas que explique exatamente a proposta do seu site.</p>
<h3>Não ofereça formulários de registro sem dar vantagens</h3>
<p>É interessante e importante que seu usuário registre-se no seu site. Informações de registro, como um link, devem estar disponíveis logo na página inicial. Contudo, é importante citar vantagens de ser um usuário registrado naquele momento, e não apenas um link do tipo &#8220;Clique para Registrar&#8221;. Ofereça conteúdo mais atrativo, como  &#8220;Registre-se agora e ganhe descontos nos produtos&#8221;, que explicita realmente alguma vantagem em efetuar um cadastro.</p>
<h3>Sobre as boas-vindas</h3>
<p>Dar as boas vindas aos usuários se mostrou não tão efetivo, a menos que acompanhado do nome da pessoa. Dizer &#8220;Seja bem vindo&#8221;, apenas, não traz vantagem alguma para a simpatização do usuário com seu site. Se ele for registrado e estiver logado, aí sim vale utilizar uma mensagem customizada como &#8220;Olá Rafael, seja bem vindo&#8221;.</p>
<h3>Atenção aos gráficos animados</h3>
<p>Os usuários, ao longo dos anos, desenvolveram um instinto inigualável para evitar anúncios. Eles têm associado os <em>banners</em> à propaganda e hoje muitos possuem uma certa &#8220;cegueira&#8221; aos anúncios. O problema então é que se você tiver algo em sua página que lembre um banner, há grandes chances de que esta seção seja descartada pelo usuário. Preste atenção, então, ao uso de gráficos animados e mesmo gráficos coloridos e chamativos demais, principalmente quando estiverem em formato de anúncio. Eles podem ser totalmente ignorados pelo visitante.</p>
<p>Estas são algumas conclusões que eu tirei da leitura do livro de Jakob e Marie. São muitas as análises feitas durante o livro, todas muito bem justificadas. Vale ressaltar que trata-se de um livro de 2002, e mesmo que algumas falhas na usabilidade permaneçam, como a Web está mudando e o usuário está mudando, precisamos ter certo discernimento que nem tudo que Nielsen disse há 6 anos é válido hoje.</p>
<p>Além disso, Jakob Nielsen é radical em sua opinião sobre usabilidade. Fica com você avaliar o que mudou, o que não mudou, e quanto radicalismo você pretende impor à sua criação. De qualquer maneira, todos os livros que li de Nielsen até então são muito esclarecedores e abriram a minha mente para o lado crítico que precisamos ter.</p>
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		<title>CodeCast 5: Frameworks Web</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/codecast-5/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 20:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast CodeCast]]></category>

		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[
Desconsiderando o fato do grande atraso na publicação do episódio, está no ar o quinto podcast de CodeCast! Nesta edição, temos um convidado especial, Jader Rubini, que conversou conosco sobre linguagens de programação e frameworks Web, CakePHP para PHP, Ruby on Rails para Ruby e Django para Python, e jQuery como framework de Javascript.
Esperamos realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://codecast.rafaelmarin.net"><img class="alignnone size-full wp-image-146" title="CodeCast 5 sobre frameworks" src="http://rafaelmarin.net/wp-content/uploads/2008/06/codecast5.gif" alt="" width="500" height="171" /></a></p>
<p>Desconsiderando o fato do grande atraso na publicação do episódio, está no ar o quinto podcast de CodeCast! Nesta edição, temos um convidado especial, <a href="http://jaderubini.wordpress.com">Jader Rubini</a>, que conversou conosco sobre linguagens de programação e <em>frameworks</em> Web, CakePHP para PHP, Ruby on Rails para Ruby e Django para Python, e jQuery como framework de Javascript.</p>
<p>Esperamos realmente que vocês gostem, pois o papo rendeu e o podcast está comprido (56 minutos). Falamos também do Plurk, serviço de <em>microblogging</em>, e também respondemos aos e-mails dos ouvintes. Desta vez está pesando 39MB, mas vale a pena.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E com vocês, Techzilla</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/e-com-voces-techzilla/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 00:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Portfolio]]></category>

		<category><![CDATA[techzilla]]></category>

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		<description><![CDATA[Desculpem a falta de atualização, mesmo. É que é fim de semestre na faculdade, sabem como é.

Mas hoje estou aqui pra anunciar mais um trabalho que estive/estou envolvido de umas semanas para cá. É o blog de tecnologia TechZilla. Fiz o redesign do blog e agora, como serviço periódico, estarei por lá postando artigos legais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem a falta de atualização, mesmo. É que é fim de semestre na faculdade, sabem como é.</p>
<p><img title="Techzilla" src="http://rafaelmarin.net/wp-content/uploads/2008/06/techzilla.jpg" alt="TechZilla" /></p>
<p>Mas hoje estou aqui pra anunciar mais um trabalho que estive/estou envolvido de umas semanas para cá. É o blog de tecnologia <a href="http://techzilla.com.br/">TechZilla</a>. Fiz o <em>redesign</em> do blog e agora, como serviço periódico, estarei por lá postando artigos legais sobre tecnologia. Desde já agradeço pela oportunidade ao Julio Câmara, que me convidou para esta tarefa. Me sinto muito feliz de saber que divido um blog com gente grande da blogosfera.</p>
<p>A única coisa que posso dizer é que o conteúdo é bem legal, e que vocês podem descobrir mais entrando e conhecendo nosso conteúdo. <a href="http://techzilla.com.br/">www.techzilla.com.br</a>.</p>
<p>E voltamos agora com nossa programação normal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vamos falar de produtividade</title>
		<link>http://rafaelmarin.net/vamos-falar-de-produtividade/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 19:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Marin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

		<category><![CDATA[cake]]></category>

		<category><![CDATA[django]]></category>

		<category><![CDATA[frameworks]]></category>

		<category><![CDATA[rails]]></category>

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		<description><![CDATA[O Júlio iniciou uma discussão que merece mais que um simples comentário. Estamos passando por uma série de mudancinhas no cotidiano que influenciam diretamente na nossa produtividade. Eu, Rafael, estou caminhando em direção ao design, estudando teoria, buscando muita inspiração. Mas, mesmo assim, continuo amando a dobradinha XHTML+CSS e um pouco de programação.
Mesmo trabalhando com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://juliogreff.blog.br">Júlio</a> iniciou <a href="http://juliogreff.blog.br/comodismo-vs-inovacao/">uma discussão</a> que merece mais que um simples comentário. Estamos passando por uma série de mudancinhas no cotidiano que influenciam diretamente na nossa produtividade. Eu, Rafael, estou caminhando em direção ao <em>design</em>, estudando teoria, buscando muita inspiração. Mas, mesmo assim, continuo amando a dobradinha XHTML+CSS e um pouco de programação.</p>
<p>Mesmo trabalhando com <em>design</em>, a gente acaba fazendo um pouco de código também, é bom e faço questão de continuar fazendo. Vejo meu progresso no <em>design</em> diariamente, a cada trabalho entregue, a cada cliente satisfeito. Mas na programação eu estive um pouco relaxado nos últimos anos. Fiz um bom trabalho com Padrões Web, e hoje domino XHTML e CSS. Mas com PHP era diferente.</p>
<p>Eu já tinha <a href="http://rafaelmarin.net/eu-quero-um-framework/">começado a estudar CakePHP</a> um tempinho atrás. A idéia do <em>framework</em> era ótima, mas eu não entendia como ele funcionava, pois todo o código é orientado a objetos. Esse ano resolvi estudar um pouco sobre os conceitos da orientação a objetos e também um pouco da organização de software seguindo o <em>pattern</em> MVC. Foi aí que Ruby on Rails e CakePHP começaram a fazer muito sentido para mim. São ambos frameworks que, no meu ponto de vista, são muito parecidos no funcionamento.</p>
<p>A questão não é se eu prefiro Rails, Django ou Cake, mas a questão é que eu estou usando um <em>framework</em>. Ponto. Depois de assistir algumas palestras do <a href="http://blog.elcio.com.br">Elcio</a>, a gente aprende que precisa mesmo ser mais produtivo, e que uma das melhores maneiras é usar um <em>framework</em>, ou criar o seu próprio. Estou me distanciando um pouco da programação ultimamente; reconheço. Mas mesmo assim, toda esse estudo tem valido a pena.</p>
<p>Acho interessante, mais do que usar um framework criado por outros, criar o seu próprio. Ou sua biblioteca, que seja. Eu já tinha percebido que reinventava a roda a cada novo site que começava, e já tinha feito uma pequena biblioteca padrão para os novos sites. Isso é bem bacana, evita bastante retrabalho.</p>
<h2>Próximo passo: Controle de versão</h2>
<p>No início é complicado, e parece trabalhoso. Pode até ser, mas estamos perseverantes. Queremos tentar usar controle de versão pois, se não fosse bom, tanta gente não estaria falando tão bem. Não me lembro de ter perdido arquivos por conta de trabalho em equipe, mas já sofri com código espalhado em vários lugares. Por isso, é interessante pensar na implantação do controle de versão do código.</p>
<h2>Conclusão: Não seja preguiçoso!</h2>
<p>Permanecer no <em>status quo</em> é fácil, muito cômodo. Anime-se, desenvolvedor! Tanto comodismo é prejudicial à produtividade, e quem ainda nem se importa com isso não tem muito futuro. A programação se torna divertida quando há organização, pois tomando certas medidas para aumento de produtividade, o trabalho se torna muito mais fácil.</p>
]]></content:encoded>
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