Arquivo March de 2007

Mar 22

Princípios da boa navegação

“O campo de busca? Coloca onde cabe!” é uma das frases que você deve, impreterivelmente, apagar do seu vocabulário. A era de “fazer caber” já se foi, e de nada adianta ter um site semântico, validado e acessível, se ele peca em um ponto relevantíssimo: na usabilidade (o termo pode ser substituído também por navegabilidade).

Uma boa navegação é essencial - eu diria que é a base - para a experiência do usuário. Através dela um usuário encontra o conteúdo facilmente, ou nunca mais retorna ao site. Que atire a primeira pedra aquele que nunca ficou “andando em círculos” em algum site atrás do conteúdo desejado.

Uma boa navegação resume-se, essencialmente, em seis obrigações, detalhadas a seguir.

O usuário deve sempre saber onde está

Fica difícil navegar sem saber ao certo onde se está. É importante informar ao usuário a sua localização, em nível hierárquico, dentro do site. Um recurso bastante utilizado é o breadcrumb trail, que além de mostrar onde o usuário está - dentro da hierarquia, permite voltar aos itens hierarquicamente superiores.

Destaque os links, o usuário precisa saber que eles existem

Ocultar os links no meio dos textos é uma prática bastante comum hoje. Mas empregar a mesma formatação, sem distinguí-los do texto puro, torna-os transparentes: é como se eles nem estivessem lá. Por isso, troque as cores, as fontes, os tamanhos, whatever, mas torne-os diferentes, chamativos. Links estão lá para serem clicados, então eles devem aparecer.

Os links devem indicar, no texto, para onde vão

É importante que o texto dos links dêem a noção de seu destino. Por isso, evitar ao máximo os tais “leia mais”, “veja mais”, e derivados.

O usuário deve saber por onde já passou

Ressaltar os links já visitados também é importante, pois evita as “voltas em círculo” que falei antes, e faz com que o usuário “filtre” os caminhos que já passou, apontando sempre para novos.
O HTML por si já formata links visitados de maneira diferente, com aquela cor violeta que já nos acostumamos. Caso prefira trocar as cores, faça com que elas sejam diferentes das de links ainda não visitados.

Deixe claro para onde é possível ir

Resumidamente, significa que os usuários devem ter caminhos para continuar a navegação. E como a navegação se dá por links, ele deve ser capaz de encontrá-los facilmente. Enfatizo o que disse no item “Destaque os links, o usuário precisa saber que eles existem”.

Deixar claro o que é necessário fazer para chegar a algum lugar

O usuário deve distinguir facilmente o que é ou não é parte da navegação. Se você tiver que incluir o nome “navegação” - como se estivesse etiquetando-a - junto ? navegação, é sinal de que ela não está clara o suficiente.

Mar 21

Cartilhas legais para a aprendizagem

Talvez os desenvolvedores que estão há mais tempo nessa história de padrões web - abandonando definitivamente os editores visuais - possam desconsiderar a dica que segue. Contudo, para os iniciantes, a dica é bem útil, vi lá no blog do Pedro Rogério, o Pinceladas da Web.

Existem espalhadas pela web algumas cartilhas, ou cheat sheets, que facilitam bastante o trabalho de quem está começando. São grandes tabelas que contém todos os elementos do HTML, CSS, JavaScript e Microformatos, e que quebram um galho enorme algumas vezes quando um elemento ou outro escapa da mente.

Mas, para não dar uma de parasita e consumir a banda dos outros, fiz o upload dos arquivos (que estão em PDF) no meu servidor.

Faça o download

Seguem os links:

Mar 16

Tirando dúvidas de inglês, de Michael A. Jacobs

Capa do livro Tirando dúvidas de Inglês, de Michael A. Jacobs

Desenvolvedores devem ser cidadões globalizados, inclusive no que se refere ao idioma universal, o bom e velho Inglês. Mas aprendê-lo nem sempre é muito fácil, pois depende da motivação pessoal do indivíduo. Embora existam inúmeros materiais didáticos, franquias de escolas de Inglês a cada quadra, mais material pela Web afora, sempre fica aquela dúvida pendente.

No livro “Tirando dúvidas de inglês”, de Michael A. Jakobs, o idioma inglês é abordado de maneira diferente, com base nos problemas reais dos brasileiros com o idioma inglês.

Neste livro, ele responde cerca de 200 perguntas comuns entre os brasileiros. São dúvidas enviadas de gramática, contrações, pronúncia, sintaxe, expressões e vocabulário. Além disso o autor inclui no fim do livro as suas impressões sobre a parte do processo de aprendizagem em si - e não da linguagem, como a fluência, a compreensão auditiva e as tais “traduções mentais”.

O que achei interessante é que o autor distribuiu ao longo do livro diversos tópicos explicando os porquês do Inglês ser mais fácil do que o Português, citando exemplos práticos. Além disso, ele não é um simples professor de Inglês, ele é um falante nativo do idioma - o que desperta certa confiança no leitor. Para se ter uma idéia, existem inúmeras perguntas de professores brasileiros de inglês ao decorrer do livro.

Para quem tem interesse em melhorar o seu Inglês, vale a pena comprá-lo. Lembrando que todos sempre temos o que melhorar, seja em Português, seja em Inglês.

O autor escreveu outros títulos também, e mantem o site Tecla SAP e o blog Tecla SAP, onde publica juntamente com outros autores artigos relacionados a aprendizagem.

Recomendo. Mesmo.

Compre este livro no Submarino

Mar 15

Enfim, o layout novo

Finalmente eu fiquei satisfeito com algum layout meu para este blog. Os anteriores estavam legaizinhos mas nenhum me agradou tanto quanto este. Eu julgo a interface como simples, “clean”, mas moderna ao mesmo tempo. Me inspirei um pouquinho no FatorW.com do Walmar Andrade, mas só nas minúcias.

Coloquei mais ícones, diminuí o tamanho dos posts na home, inclui o suporte a Gravatar, recebimento das atualizações por e-mail, entre outros. Faltam ainda pequenas coisinhas, do gênero BlogBlogs e Technorati, mas em breve eu coloco.

Estou aberto ? sugestões e críticas, e também caso haja alguma incompatibilidade ou bug que eu não tenha percebido, ficarei grato se alguém me comunicar. Ufa, espero agora poder esquecer do layout e me preocupar em alimentar esse blog com um pouquinho mais de conteúdo. Enfim, o ano começa só em março, quando passam as festas e tudo se estabiliza - inclusive o blog.

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